Um amigo meu vai viajar com seu filho para um retiro para conversar sobre o “a mamãe, o papai e a sementinha”. O filho dele, só um pouco mais velho que os meus, está quase entrando na puberdade. O pai vai passar um tempo a sós com ele e conversar sobre o que vai acontecer com ele em um ano ou dois e como lidar com essas mudanças como um cristão. Enquanto conversava com meu amigo sobre esses planos para o retiro, refletia sobre o porquê desse paradigma não continuar em nossas igrejas pelo resto da vida cristã.










