Em “The Brothers Karamazov”, no livro de Fyodor Dostoevsky “The Grand Inquisitor”, temos essa visão sobre a natureza humana decaída: ”Enquanto o homem permanece livre ele se esforça incessantemente e dolorosamente por alguém para adorar”. Embora “O Grande Inquisidor” esteja longe de ser um guia confiável de teologia, nesse ponto, ele está correto. Seres humanos são profundamente religiosos – mesmo que não saibamos que sejamos – e os seres humanos buscam incessantemente algo para prestar adoração.
Entretanto, seres humanos também são pecadores, e, portanto, nossa adoração é frequentemente baseada em nosso próprio paganismo de preferência pessoal. Como João Calvino explicou tão profundamente, o coração decaído do ser humano é uma “máquina de fabricação de ídolos”, sempre produzindo novos ídolos para adoração e veneração. Essa fábrica corrompida, entregue a si própria, nunca irá produzir verdadeira adoração, mas em vez disso adoração a sua própria invenção.
Entretanto, seres humanos também são pecadores, e, portanto, nossa adoração é frequentemente baseada em nosso próprio paganismo de preferência pessoal. Como João Calvino explicou tão profundamente, o coração decaído do ser humano é uma “máquina de fabricação de ídolos”, sempre produzindo novos ídolos para adoração e veneração. Essa fábrica corrompida, entregue a si própria, nunca irá produzir verdadeira adoração, mas em vez disso adoração a sua própria invenção.










